terça-feira, 19 de julho de 2011
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Sempre bom saborear uma entrada.È o inicio da refeição e uma proposta para um começo de tertúlia e mastigantes quando vem ao Dom Tacho é um cremoso queijo de Azeitão com Oregãos aquecido e sápido preparando o paladar para uma saborosa refeição
domingo, 17 de julho de 2011
Vinho do Porto..embaixador da lusa nação

O vinho do Porto é um vinho natural e fortificado, produzido exclusivamente a partir de uvas provenientes da região demarcada do Douro, no norte de Portugal a cerca de 100 km a leste do Porto. Régua e Pinhão são os principais centros de produção, mas algumas das melhores vinhas ficam na zona mais a leste.
Apesar de produzida com uvas do Douro e armazenada nas caves de Vila Nova de Gaia, esta bebida alcoólica ficou conhecida como "Vinho do Porto" a partir da segunda metade do século XVII por ser exportada para todo o mundo a partir desta cidade.
A "descoberta" do Vinho do Porto é polémica. Uma das versões, defendida pelos produtores da Inglaterra, refere que a origem data do século XVII, quando os mercadores britânicos adicionaram brandy ao vinho da região do Douro para evitar que ele azedasse. Mas o processo que caracteriza a obtenção do precioso néctar era já conhecido bem antes do início do comércio com os ingleses. Já na época dos Descobrimentos o vinho era armazenado desta forma para se conservar um máximo de tempo durante as viagens. A diferença fundamental reside na zona de produção e nas castas utilizadas, hoje protegidas. A empresa Croft foi das primeiras a exportar vinho do Porto, seguida por outras empresas inglesas e escocesas.
O que torna o vinho do Porto diferente dos restantes vinhos, além do clima único, é o facto de a fermentação do vinho não ser completa, sendo parada numa fase inicial (dois ou três dias depois do início), através da adição de uma aguardente vínica neutra (com cerca de 77º de álcool). Assim o vinho do Porto é um vinho naturalmente doce (visto o açúcar natural das uvas não se transforma completamente em álcool) e mais forte do que os restantes vinhos (entre 19 e 22º de álcool).
Fundamentalmente consideram-se três tipos de vinhos do Porto: Branco, Ruby e Tawny.
Bulhão Pato
Amêijoas à Bulhão Pato é um prato típico da culinária portuguesa, de origem da região de Estremadura. Alega-se que o nome deste petisco é um tributo ao Poeta português Raimundo António de Bulhão Pato após este ter mencionado um cozinheiro nos seus escritos.
Será porventura a mais conhecida e encontrada receita nos restaurantes portugueses deste bivalve. É um prato muito comum em marisqueiras e cervejarias, a par com a salada de polvo, salada de ovas e camarão. O prato é confeccionado com amêijoas, azeite, alho, coentros, sal, pimenta e limão (para temperar antes de servir). Algumas receitas podem adicionar uma pequena porção de vinho branco.Está pronto.
È um prato criado por quem muito prazer tinha na cozinha e ao mesmo tempo apostava na simplicidade como o melhor tempero..No Dom Tacho, esperamos por si.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Ovo de Colombo

O Ovo na Francesinha deve estar por cima do queijo ou por baixo ? È uma questão primordial que merece debates acesos desde a criação da Francesinha.
Na nossa opinião, por debaixo, de forma a ser descoberto numa surpresa antecipada e contribuir para a união de sabores com o queijo quente e com o pão por baixo.
No DOM TACHO...o ovo fica sempre por baixo.
Você na TV..com a Francesinha do DOM TACHO
Fomos generosamente convidados para o "Você na TV" com a simpática apresentadora Cristina Ferreira, e não podíamos deixar de ir acompanhados pela nossa famosa Francesinha.

Agradecemos como sempre aos nossos clientes, ao seu apoio...e ao seu apetite pela Francesinha do DOM TACHO.
Obrigado a todos e agora vamos voltar para a cozinha.

Agradecemos como sempre aos nossos clientes, ao seu apoio...e ao seu apetite pela Francesinha do DOM TACHO.
Obrigado a todos e agora vamos voltar para a cozinha.
domingo, 26 de junho de 2011
Gosta de Francesinha à casa ?

Nós não. Tal como seria estranho ir comer Pastéis de Belém à casa a uma qualquer pastelaria ou Leitão à Bairrada a um qualquer restaurante. Ou ainda Imperiais à Lebrinha sem ser nesse mítico restaurante onde se bebe a melhor imperial da Península Ibérica( sim, nós não somos invejosos e damos os créditos a quem bem os merece).
Com a Francesinha é o mesmo. O molho é só um e não se pode, suprema heresia, adaptá-lo ao marketing e vender a alma de um património.
Quer uma Francesinha como deve ser ? Então é com tudo a que tem direito, desde o molho secreto, os ingredientes frescos e o bem saber de a colocar na mesa no ponto de equilibrio exacto do pão e do molho..
Pode pedir a Francesinha com molho á parte, se bem que não seja Francesinha..Agora..retirar o leve picante do molho é que não.O molho não deve ser picante de forma a tirar as notas de sabor da Francesinha e muito menos deverá ser insípido e sem travo que nos deixe uma recordação na boca.
Se calhar pensa que escrevemos muitas vezes a palavra Francesinha. E tem razão :) È do hábito de fazer sair muitas honestas, puras e verdadeiras FRANCESINHAS.
Bife à marrare

António Marrare, cozinheiro de origem italiana (napolitano), veio para Lisboa, como outros compatriotas seus, nos finais do século XVIII. Depois de ter sido copeiro dos marqueses de Niza, foi dono de vários cafés na capital e empresário do teatro de S. Carlos. Além do café situado junto a este teatro, abriu outros três – no Cais do Sodré, no Chiado (conhecido como o “Marrare do Polimento”) e na Rua do Arco do Bandeira ou dos Sapateiros, na esquina com a rua de Santa Justa. Foi neste último, fundado em 1804 e também chamado Marrare das Sete Portas, que nasceu o célebre bife lisboeta que tomou o seu nome.
Ora os nossos bifes são honestos, suculentos, bem passado, médio ou mal passado, ou como diz um conterraneo nosso, a vir para a mesa ainda a "mugir". Apesar de haver quem prefira o bife bem passado não o indiquemos porque os sucos desaparecem e com ele alguma da vida que ainda tem o bife, daí que o aconselhemos sempre meio-termo.
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